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28 maio 2011

Casamento Parte10 Cinema

Casamento é coisa de cinema
Por: Joy

Maio é praticamente sinônimo de casamento. Você provavelmente deve estar se perguntando por que né? Bem, no hemisfério norte, esse mês é das flores e por isso, associado à feminilidade, às mães, casamento e no catolicismo, consagra-se Maria, mãe de Jesus. E toda essa história rende no cinema também! E como! Nesse post falarei dos casamentos nas telas. Ah! Se você lembrar de algum memorável que não estiver aqui, pode enviar ok?

Quero começar com ‘O pai da noiva’ com Steve Martin que sempre me emociona. Vale lembrar que esse filme é uma versão do filme dos anos 50 de mesmo nome. Spencer Tracy é o pai coruja de Elizabeth Taylor. Apesar de não ser pai, Steve é completamente sensível e convincente no papel de super pai. Na história Anne está se casando e o pai vê que sua filhinha está crescendo e cria várias neuras em função disso. É uma ótima comédia familiar sobre casamento no anos 90. E sua sequência também é boa.

Ainda nos anos 90 não posso esquecer de Julia Roberts em O casamento do meu melhor amigo’ e ‘Noiva em fuga’. Ambas comédias românticas estreladas por ela. Destaco o primeiro em termos de comédia e o segundo pela temática ‘casamento’, aparecer constantemente pois sua personagem não consegue ir até o fim da cerimônia de seus vários casamentos. Outro filme dela que não tem o casamento como foco, porém é muito romântico é ‘Notting Hill’ com Hugh Grant (eterno rei das comédias românticas).

Tem alguns casamentos nas telonas que nos fazem morrer de rir. Recém casados’ é uma delas, com Ashton e Brittany Murphy, que deixou saudades. ‘A família da noiva’ também é com Ashton e Bernie Mac, que nos deixou há algum tempo. É uma refilmagem de ‘Adivinhe quem vem para jantar’. Kutcher é o jovem branco genro do engraçadíssimo Mac.
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Em ‘Penetras bons de bico’ Owen Wilson e Vince Vaughn invadem festas de casamento mas se apaixonam também. Casamento grego’ mostra as peculiaridades das tradições das famílias gregas.

Não tem como não citar 4 casamentos e um funeral’ com Hugh Grant e Andie McDowell. Comédia que fez um mega sucesso no início dos anos 90. Ótima história e roteiro. Não tem como não assistir.

‘O casamento de Muriel’ lançou Toni Collete e o diretor PJ Hogan. Sua personagem super fã do ABBA, seu sonho é se casar. A comédia se passa na Austrália e é bastante original. Outro filme original e que mistura máfia e casamento em situações bem diferentes é ‘Cerimônia de casamento’ de 1978 do diretor Robert Altman.

A comédia ‘O banquete de casamento’ do diretor Ang Lee é outra boa opção com essa temática... Mas nem tudo é comédia. Em ‘O casamento de Rachel’ Anne Hathaway volta da reabilitação para o casamento da irmã e reacende os problemas familiares devido a seus problemas com droga. É o filme em Anne foi indicada ao Oscar pela primeira vez.






















Você deve estar pensando: ‘Bom, grande parte dos filmes, séries e novelas terminam em cerimônias de casamento como se fosse a resolução de todos os problemas e dilema da vida’. Ok, as estatísticas mostram o número grande de divórcios e a maioria das pessoas que conheço são separadas. Meus pais, por exemplo, nem esperaram eu nascer. Porém, não significa que temos que ser completamente desacreditados. O casamento é uma conseqüência de um relacionamento que te faz feliz, te acrescenta. É uma tradição, um ritual de celebração do amor entre duas pessoas. Se antigamente estava relacionado a tratos comerciais e interesses, hoje em dia é feito por um desejo do casal. É claro que tem suas exceções, mas não é como no século XVI. Somos livres para escolher e, citando ‘O pequeno príncipe’, eternamente responsáveis por aquilo que cativamos.

Se uma pessoa diz a outra que a ama, a própria linguagem supõe a expressão "para sempre". Não tem sentido dizer: - Amo-te, mas provavelmente só durará uns meses, ou uns anos, desde que continues a ser simpática e agradável, ou eu não encontre outra melhor, ou não fiques feia com a idade. Um "amo-te" que implica "só por algum tempo" não é um amor verdadeiro. É antes um "gosto de ti, agradas-me , sinto-me bem contigo, mas de modo algum estou disposto a entregar-me inteiramente, nem a entregar-te a minha vida".
(Mikel Santamaría Garai)

E no cinema temos um leque enorme de opções, das muitas comédias românticas onde o mocinho sai correndo para o aeroporto, dramas e contos de fadas. Mas aí já é outro post.


Que tal pedir a mão de sua amada
no meio de um cinema?




Por: Joy

24 maio 2011

Casamento Parte4 Casamento Literário

Casamento baseado nos livros.
Por: Joyce Pinheiro

Casamentos baseados nos romances da Jane Austen, que escreveu livros como 'Persuasão', 'Orgulho e preconceito', 'Desejo e repação'. Esses 2 últimos têm suas versões para o cinema. =)


















lindo né?


Por: Joyce Pinheiro
Fotos: Melissa Oholendt
Fonte:vestidaderenda.blogspot.com

11 abril 2011

Corinne Bailey Rae. . .

. . .ela é super fácil de gostar.
Por: Joyce Pinheiro

Ando sumida, mas voltei para falar sobre uma cantora muito especial: Corinne Bailey Rae. Apesar do nome difícil, ela é super fácil de gostar. Afinal, tem uma voz linda, doce e suas músicas são melodias gostosas de se ouvir.

Inglesa, começou bem cedo sua vida musical. Com 15 anos formou uma banda indie chamada ‘Helen’com amigas de sua cidade natal Leeds. Suas canções misturam jazz, soul e black music. Seu primeiro sucesso conhecido por essas bandas de cá é ‘Put your records on’, um dos temas de alguma novela global.



Espero que alcance seus sonhos. Apenas vá em frente, e solte seus cabelos.

Descoberta pela gravadora EMI, a cantora lançou seu primeiro cd em 2006 e obteve um grande sucesso com ‘Like a star’(minha música favorita dela!) ganhando prêmios e reconhecimento de críticos e fâs de toda a parte... E continua brilhante em suas canções, seu último CD lançado foi o álbum ‘The sea’ em 2010.



Discografia:
2006 – cd Corrine Bailey Era (ouvir)
2007 – cd Live in London & New York
2010 – cd The sea (ouvir)
2011 – EP. The Love (ouvir)


Baixe Aqui!!! a Discografia !!


www.corinnebaileyrae.net

Por: Joyce Pinheiro

14 janeiro 2011

Entrando numa fria maior ainda, com a família

Por: Joyce Pinheiro



O novo filme da trilogia 'ENTRANDO NUMA FRIA', dessa vez 'com a família'(Little Fockers) é tão consistente quanto as outras. Sabe quando você vai assistir a um filme com alta expectativa e este a supera? Pois é exatamente o que acontece com esse filme. Além do elenco espetacular de sempre, o roteiro continua ótimo e muito engraçado.

Dessa vez Gaylord (Ben Stiller) está prestes a se tornar THE GODFOCKER. A analogia ao poderoso chefão não poderia ser melhor. As cenas entre Ben e Robert são melhores ainda nesse filme(destaque para a briga na festa!). Little fockers conta com Jessica Alba no elenco com uma personagem bem... eu diria 'perigueti descontrolada' a fim de atrapalhar o casamento de Gay. Dustin Hoffman e Barbara possuem uma participação menor, mas ver Dustin dançando flamenco não tem preço.

O que não entendi muito bem foi o título pois as crianças não são realmente o destaque da história. A rivalidade entre Greg e Niro continua a mesma e tão engraçada como nos outros. Owen Wilson continua, porém, mais excêntrico que nunca. Eles se superaram com essa continuação. Muito divertido.



Entre as risadas devo destacar a mensagem familiar que o filme passa. Afinal, num mundo louco que vivemos, é bom falar um pouco de valores importantes, nesse caso, a família. O que De Niro deseja é que sua família, ou como ele diz, clã, permaneça bem e protegido. Nesse sentido, há uma frase que o pai de Gay(rsrs) diz que é muito boa e demonstra toda confiança que existe em sua família. Na cena com Jessica na piscina ele diz: "Nós Fockers não agimos assim." Prestem atenção nesse trecho quando assistirem ao filme. Sensacional.

Destaque para o Facebook do filme muito legal.


27 agosto 2010

Veronika decide morrer(Verõnika decides to die)

Se você tivesse uma segunda chance ... o que você mudaria na sua vida?
Por: Joyce Pinheiro


Baseado no livro de Paulo Coelho e com Sarah Michelle Gellar como Veronika. A história: em depressão e se questionando sobre sua vida, Veronika toma uma overdose de calmantes. Acorda em uma clínica psiquiátrica e descobre que só tem uma semana de vida.

Sabe a idéia de felicidade? E em como rola a pressão em nossa sociedade, de que se você não é feliz é um fracasso? A obra de Paulo Coelho trata disso. Para Veronika não fazia sentido em continuar uma vida (mesmo sem grandes problemas pois ela tinha um bom trabalho e apartamento em Nova York) vazia. Muitas vezes sentimos essa sensação de vazio(nem sempre é fome) e às vezes é necessário que algo grande aconteça. Deparar-se com a possibilidade de morrer causa mudanças, e é justamente isso o que ocorre com a personagem de Sarah Michelle Gellar.

A interpretação de Sarah é excelente e a história é muito boa e não se trata de auto-ajuda. O filme tem uma fotografia interessante e nos mostra uma perspectiva diferente, cheia de reflexos e focos. Não creio que essa seja a única adaptação para as telas de um filme de Coelho, visto que seus livros são sucesso em todo o mundo.


Por: Joy

06 agosto 2010

Sex and the city

Por: Joyce Pinheiro



Sou suspeita para falar sobre Sex and the city pois sou grande fã da série. Na minha opinião tem muita importância pois representa tipos de mulheres do século XXI, independentes, arrojadas, inteligentes e sem medo de ser feliz. O primeiro filme foi cheio de acontecimentos e drama de verdade!! (não ficarei aqui contando pois vai que alguém quer assistir?!) e é claro, cheio de uma das coisas que mais chamam atenção sobre Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda: a moda!

Os trajes são capítulos à parte, o que torna o filme ainda mais "menininha" mas o que não impede ninguém de ver. Só com figurino das quatro fiquei sabendo que foram uns 10 milhões de dólares.

Nesse segundo filme baseado no livro de mesmo nome de Candace Bushnell sai um pouco de New York e nos vemos na quente e luxuosa Abu Dhabi nos Emirados Árabes. A película retrata um pouco sobre a situação das mulheres e sexo, que apesar de ser uma cultura totalmente diferente as mulheres são iguais em muitos aspectos.

Vejo Sex and the city 2 como pura diversão, principalmente Samantha Jones com suas aventuras sexuais e trapalhadas. Todo o glamour é bastante exagerado, mas que graça teria se fosse tudo "normalzinho"?

O sexo e a cidade não tem muitas pretensões, fala sobre o que sempre falou durante toda a série: a cidade em que vivem, moda, amizades e principalmente busca do amor.

É recomendável principalmente, para quem acompanhou a série.

Por:Joy

16 julho 2010

Estrada para a glória (Glory road)

Por: Joyce Pinheiro



Diretor: James Gartner
Roteiro: Chris Cleveland e Bettina Gilois.
Elenco: Josh Lucas, Derek Luke, Austin Nichols, Jon Voight, Evan Jones, Schin A.S. Kerr, Alphonso McAuley, Mehcad Brooks, Sam Jones III, Damaine Radcliff, Emily Deschanel, Al Shearer, Red West, Kip Weeks, Mitch Eakins.

Estrada para a glória é um filme baseado em fatos. Conta a história do time de basquete Texas Western e como seu treinador mudou sua história. Acontece em 1966 e fala sobre superar limites e preconceito racial. A chegada do novo treinador, Don Haskins(Josh Lucas), modifica a história do time pois em meio ao enorme preconceito presente no Texas(, ele apenas procura talentos para formar um time vencedor. O Texas Western foi o primeiro time composto por sete rapazes negros titulares a vencer o campeonato nacional.
Acho bastante válido que histórias bonitas e de sucesso como essa sejam de conhecimento de todos. É uma iniciativa importante da Disney contar histórias verídicas que fazem o público refletir sobre seus valores. É um bom filme para se assistir em família e principalmente para crianças, por ser um exemplo de coragem e por tratar-se algo que realmente ocorreu, o que torna Estrada para a glória mais empolgante. Bom elenco(Josh Lucas está bem no papel de treinador) e produção do ótimo Jerry Bruckheimer.

04 junho 2010

Um sonho possível (The blind side)

Inspirado na história real de Michael Oher astro do Baltimore Ravens
Por: Joyce Pinheiro



Um sonho possível é um daqueles filmes para toda a família assistir, bem sessão da tarde. Porém, um verdadeiro ensinamento em tempos onde os valores estão completamente trocados.

A personagem de Sandra Bullock é perua, tem a família perfeita, o marido é dono de vários restaurantes e então, ela decide ajudar Michael que estava sem lugar para morar e estudava na mesma classe que sua filha.

Aparentemente, com problemas de aprendizagem, mas com proporções para ser um promissor jogador de futebol americano, a escola cristã de ricos o aceita. Com a nova família, Michael pôde ter todas as chances de desenvolver seus pontenciais e vencer. A química entre Sandra e Aaron deu super certo na tela. Aaron merece destaque com certeza. O filho(Jae Head)mais novo de Anne também, assim como Bullock deram o toque de comédia ao filme. Tratando-se de um drama, muitos se perguntaram onde estavam as cenas de sofrimento da vida de Mike. Simplesmente é desnecessário! É possível sentir o drama, o peso de sua vida difícil na expressão do ator(que aliás, faz na medida certa).

A atuação de Bullock rendeu o Oscar de 2010, além de outros prêmios, à atriz. Além de render um Framboesa de ouro(prêmio dos piores do ano), que Sandra participou com muito espírito esportivo. O Oscar foi merecido em minha opinião, provando para aqueles que tinham dúvidas, que ela não é somente boa em comédias. O filme é dela, não há dúvida quanto a isso.

Inspirado na história real de Michael Oher astro do Baltimore Ravens , o filme é sobre solidariedade, família e vencer dificuldades. Pareceu piegas? É um pouquinho... rs mas podem assistir! Vale a pena! Emociona e principalmente, nos inspira. Sabe quando a gente termina de assistir a um filme e dá um sorrisinho? Então! ;)

Elenco: Quinton Aaron, Sandra Bullock, Kathy Bates, Lily Collins, Tim Mc Graw, Rhoda Griffis, Ray McKinnon e Jae Head. Direção: John Lee Hancock


Sinopse:
Em 'Um Sonho Possível', o adolescente Michael Oher (QUINTON AARON) sobrevive sozinho, vivendo como um sem-teto, quando é encontrado na rua por Leigh Anne Tuohy (SANDRA BULLOCK). Tomando conhecimento de que o garoto é colega de turma de sua filha, Leigh Anne insiste que Michael — que veste apenas bermuda e camiseta em pleno inverno — deixe-a resgatá-lo do frio. Sem hesitar por um momento sequer, ela o convida a passar a noite em sua casa. O que começa com um gesto de bondade evolui para algo maior, pois Michael passa a fazer parte da família Tuohy, apesar de terem origens bem diferentes.

Vivendo no novo ambiente, o adolescente tem de encarar outros desafios. E à medida que a família ajuda Michael a desenvolver todo o seu potencial, tanto no campo de futebol americano quanto fora dele, a presença de Michael na vida da família Tuohy conduz todos por uma jornada de autodescoberta.



Por: Joy!
>>>O QUE ESCREVO<<<
email: joycepinheiro@hotmail.com

28 maio 2010

Alice no país das maravilhas (Alice in wonderland)

Por: Joyce Pinheiro

Um dos filmes mais esperados do ano não decepciona. Não tem como não saber que o filme é de Tim Burton, ele deixa sua marca em cada obra e conseguiu deixar a história com sua "marca" de forma brilhante. Nessa versão de Burton, tudo é o inverso do dito senso comum. Ser estranho é ir além dos limites da sociedade, Alice aparece abatida, com olheiras e despenteada. A parceria recorrente com sua esposa, Helena Boham Carter e Jonnhy Depp é receita de sucesso.

A história já é por si só encantadora e entre as várias interpretações das pessoas sobre o que ocorre com Alice no país das maravilhas, devo dizer que entrei na história e saí do cinema(que consegui assistir legendado e em 3D!!!) me sentindo a própria Alice, num mundo cheio de gente louca(rs!), com dúvidas como boa jovem de 22 anos que sou! A sensação de Alice de achar que não se encaixa me fazem indetificar-me com ela.

A obra surrealista de Charles Lutwidge Dodgson, sob o pseudónimo de Lewis Carrol é envolvente, com elementos de sonhos, cheia de enigmas(Lewis Carrol era matemático) e alusões satíricas. Vejo o que acontece com Alice como uma metáfora do que está ocorrendo em sua vida. O fato de ter que casar-se com uma pessoa "nada a ver", que ela não ama, a pressão da família(Alice vive na época Vitoriana), seus sonhos, dúvidas... tudo isso faz parte do universo dos jovens. Essa combinação com a imaginação de Tim Burton ficou maravilhosa e imperdível.

"Comece pelo começo, siga até chegar ao fim e então, pare".
Lewis Carrol em Alice no país das maravilha


Sinopse: Ao seguir um coelho branco, uma garota chamada Alice cai em um buraco que a leva para o País das Maravilhas, um lugar povoado por seres mágicos e dominado pela Rainha de Copas.

Diretor: Tim Burton
Roteiro: Linda Woolverton
Elenco: Mia Wasikowska (Alice), Helena Bonham Carter (Rainha Vermelha), Christopher Lee, Michael Sheen, Crispin Glover (Valete de Copas), Anne Hathaway (Rainha Branca), Matt Lucas, Alan Rickman (Lagarta), Johnny Depp (Chapeleiro Maluco), Eleanor Tomlinson (Fiona Chataway)



Por: Joy!
>>>O QUE ESCREVO<<<
email: joycepinheiro@hotmail.com

30 abril 2010

O Diabo Veste Prada (The devil wears prada)

Por: Joyce Pinheiro


Sinopse:
Andrea Sachs (Anne Hathaway) é uma jovem que conseguiu um emprego na Runaway Magazine, a mais importante revista de moda de Nova York. Ela passa a trabalhar como assistente de Miranda Priestly (Meryl Streep), principal executiva da revista. Apesar da chance que muitos sonhariam em conseguir, logo Andrea nota que trabalhar com Miranda não é tão simples assim.


Lançamento: 2006 (EUA)

Direção: David Frankel

Atores: Meryl Streep , Anne Hathaway , Emily Blunt , Stanley Tucci , Adrian Grenier

Duração: 109 min

Gênero: Comédia



Resenha:
Andrea(Anne Hathaway) vai para New York com seu namorado e consegue enprego como assistente de Miranda Priestly(Meryl Streep) na famosa revista Runaway. O emprego nao é exatamente o que ela procurava mas tenta mesmo assim. A personagem de Meryl é a típica chefe exigente e sádica, que aliás, interpreta maravilhosamente. Andrea se desdobra em mil para satisfazer os pedidos da chefe e muda completamente seu estilo, o que impressiona Miranda.

O diabo veste prada é bem divertido, frenético e mostra de fato a realidade empresarial e a correria do dia-a-dia. É interessante observar a transformação de Andrea em uma workaholic fashion! rs... uma frase que chama atenção é a de Nigel(Stanley Tucci)assistente de Miranda: " quando tudo estiver explodindo na sua vida me avise que é tempo de te dar a promoção".

O filme é bem blockbuster mesmo mas não se trata exatamente de um clichê onde a má se torna boazinha no final e por aí vai... mistura humor com dramas pessoais: o sarcasmo de Miranda e as dúvidas de Andy sobre continuar trabalhando frenéticamente e deixando sua vida pessoal de lado e seus objetivos como jornalista.

O diabo veste prada é baseado no livro de mesmo nome, da jornalista Lauren Weisberguer sobre a aventura em estagiar como assistente de uma das mulheres mais poderosas do mundo da moda na atualidade, a editora da revista Vogue americana, Anna Wintour.


16 abril 2010

Simplesmente Feliz (Happy-Go-Lucky)

Por: Joyce Pinheiro



Sinopse:
Poppy (Sally Hawkins) é uma jovem professora de escola primária, e uma otimista incorrigível que difícilmente se chateia.Divide um apartamento com Zoe (Alexis Zegerman) sua melhor amiga e confidente. Poppy tem o dom de aproveitar ao máximo a vida. Determinada a aprender dirigir, ela encontra-se com Scott(Eddie Marsan), um instrutor ansioso e pertubado, que testará todo o bom humor de Poppy. Do Diretor Mike Leigh (Segredos e Mentiras) Simpesmente Feliz é uma comédia sobre diversão, procura de amores e aproveitar a vida.

Título original:Happy-Go-Lucky
Gênero:Drama
Duração:01 hs 58 min
Ano de lançamento:2008
Site oficial:http://www.happygoluckythemovie.com/
Estúdio:UK Film Council / Thin Man Films / Film4 / Summit Entertainment / Ingenious Film Partners
Distribuidora:Imagem Filmes
Direção:Mike Leigh
Roteiro:Mike Leigh
Produção:Simon Channing Williams
Música:Gary Yershon
Fotografia:Dick Pope
Direção de arte:Patrick Rolfe e Denis Schnegg
Figurino:Jacqueline Durran
Edição:Jim Clark


Resenha:
Simplesmente feliz é sobre Poppy, uma mulher simplesmente feliz. É satisfeita com a vida que leva, sua profissão e otimista(muito otimista). O filme inteiro ela procura ver o lado positivo das coisas, não faz grandes planos, procura viver a vida intensamente procurando fazer os que estão a sua volta feliz também.
Devo admitir que algumas vezes fiquei com um pouco de medo com tanta risada dela e do jeito descompromissado!

Mas não fique aí pensando que o filme trata-se de uma doida varrida não senhor(a)!
Simplesmente feliz é reflexivo, a alegria da personagem em um mundo contemporâneo individualista, superficial e cheio de gente mesquinha chama a atenção com certeza.
O drama se encontra no choro da professora de flamenco, nas reclamações das pessoas e no aluno violento.

Excelente trabalho do direto Leigh e Sally Hawkins na construção da personagem.
Vos deixo com uma frase do filme "Life is sweet"(1990) de Leigh que combina com "Simplesmente feliz": "A vida é doce - mas há momentos em que ela ameaça azedar"

09 abril 2010

A onda (Die Welle, Alemanha, 2008)

Por: Joyce Pinheiro


Sinopse:
Professor propõe um experimento que explique na prática os mecanismos do fascismo. Em pouco tempo, seus alunos começam a propagar o poder da unidade e ameaçar os outros. Quando o jogo fica sério, o professor decide interrompê-lo, mas descobre ser tarde demais.

FICHA TÉCNICA

Título em Português: A Onda
Título Original: Die Welle
Gênero: Drama
Duração: 100 min
País/Ano: ALE/2008
Direção: Dennis Gansel
Roteiro: Dennis Gansel
Elenco: Jördis Triebel, Jürgen Vogel, Maik Solbach, Martin Feifel, Anja Leppehof, Nina Petri, Julia Beerhold, Sebastian Rüger, Alina Schrader, Moritz Macher, Hinnerk Schönemann, Karin Neuhäuser, Steffen Schroeder, Arved Birnbaum, Martina Eitner, Fritz Roth, Bruno Schmitz, Mariel Jana Supka e Ute Paffendorf


Resenha:

O filme é uma refilmagem que começa com uma aula de história sobre a Alemanha nazista. O assunto gera polêmica e perguntas dos alunos, o professor então, tem a idéia de implantar a atmosfera nazista na sala de aula. Mas a experiência toma grandes proporções. A história é baseada em fatos ocorridos nos EUA, onde o professor Ron Jones da Cubberley High School em Palo Alto, na Califórnia, ensinava história, decidiu iniciar o experimento para mostrar como alguns alemães alegaram ignorância sobre o massacre dos judeus. O movimento criado por ele foi chamado de A Terceira Onda. Depois disso houve o filme de 1981, livro e musical.

O filme é bastante interessante e ao mesmo tempo em que chega a ser um pouco didático(poderia passar em escolas), é também muito dramático, o final dessa refilmagem é diferente do primeiro filme. Mas como vivemos uma realidade sensacionalista, A onda não deixa a desejar. É interessante observar a posição dos alemães sobre sua própria história e como não acreditam numa autocracia surgindo novamente.

Quando acabei de assisti-lo me peguei pensando sobre o assunto e comentei com várias pessoas. O assunto é delicado e portanto nos faz refletir. Destaque para o diretor Dennis Gansel, elenco e a ótima trilha sonora. Falando em filmes alemães que nos fazem reletir sobre a sociedade e a juventude, recomendo: Corra, Lola, corra(1998), Adeus, Lênin!(2003) e Edukators(2004).




Por:Joy!
>>>O QUE ESCREVO<<<


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