28 maio 2011

Casamento Parte10 Cinema

Casamento é coisa de cinema
Por: Joy

Maio é praticamente sinônimo de casamento. Você provavelmente deve estar se perguntando por que né? Bem, no hemisfério norte, esse mês é das flores e por isso, associado à feminilidade, às mães, casamento e no catolicismo, consagra-se Maria, mãe de Jesus. E toda essa história rende no cinema também! E como! Nesse post falarei dos casamentos nas telas. Ah! Se você lembrar de algum memorável que não estiver aqui, pode enviar ok?

Quero começar com ‘O pai da noiva’ com Steve Martin que sempre me emociona. Vale lembrar que esse filme é uma versão do filme dos anos 50 de mesmo nome. Spencer Tracy é o pai coruja de Elizabeth Taylor. Apesar de não ser pai, Steve é completamente sensível e convincente no papel de super pai. Na história Anne está se casando e o pai vê que sua filhinha está crescendo e cria várias neuras em função disso. É uma ótima comédia familiar sobre casamento no anos 90. E sua sequência também é boa.

Ainda nos anos 90 não posso esquecer de Julia Roberts em O casamento do meu melhor amigo’ e ‘Noiva em fuga’. Ambas comédias românticas estreladas por ela. Destaco o primeiro em termos de comédia e o segundo pela temática ‘casamento’, aparecer constantemente pois sua personagem não consegue ir até o fim da cerimônia de seus vários casamentos. Outro filme dela que não tem o casamento como foco, porém é muito romântico é ‘Notting Hill’ com Hugh Grant (eterno rei das comédias românticas).

Tem alguns casamentos nas telonas que nos fazem morrer de rir. Recém casados’ é uma delas, com Ashton e Brittany Murphy, que deixou saudades. ‘A família da noiva’ também é com Ashton e Bernie Mac, que nos deixou há algum tempo. É uma refilmagem de ‘Adivinhe quem vem para jantar’. Kutcher é o jovem branco genro do engraçadíssimo Mac.
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Em ‘Penetras bons de bico’ Owen Wilson e Vince Vaughn invadem festas de casamento mas se apaixonam também. Casamento grego’ mostra as peculiaridades das tradições das famílias gregas.

Não tem como não citar 4 casamentos e um funeral’ com Hugh Grant e Andie McDowell. Comédia que fez um mega sucesso no início dos anos 90. Ótima história e roteiro. Não tem como não assistir.

‘O casamento de Muriel’ lançou Toni Collete e o diretor PJ Hogan. Sua personagem super fã do ABBA, seu sonho é se casar. A comédia se passa na Austrália e é bastante original. Outro filme original e que mistura máfia e casamento em situações bem diferentes é ‘Cerimônia de casamento’ de 1978 do diretor Robert Altman.

A comédia ‘O banquete de casamento’ do diretor Ang Lee é outra boa opção com essa temática... Mas nem tudo é comédia. Em ‘O casamento de Rachel’ Anne Hathaway volta da reabilitação para o casamento da irmã e reacende os problemas familiares devido a seus problemas com droga. É o filme em Anne foi indicada ao Oscar pela primeira vez.






















Você deve estar pensando: ‘Bom, grande parte dos filmes, séries e novelas terminam em cerimônias de casamento como se fosse a resolução de todos os problemas e dilema da vida’. Ok, as estatísticas mostram o número grande de divórcios e a maioria das pessoas que conheço são separadas. Meus pais, por exemplo, nem esperaram eu nascer. Porém, não significa que temos que ser completamente desacreditados. O casamento é uma conseqüência de um relacionamento que te faz feliz, te acrescenta. É uma tradição, um ritual de celebração do amor entre duas pessoas. Se antigamente estava relacionado a tratos comerciais e interesses, hoje em dia é feito por um desejo do casal. É claro que tem suas exceções, mas não é como no século XVI. Somos livres para escolher e, citando ‘O pequeno príncipe’, eternamente responsáveis por aquilo que cativamos.

Se uma pessoa diz a outra que a ama, a própria linguagem supõe a expressão "para sempre". Não tem sentido dizer: - Amo-te, mas provavelmente só durará uns meses, ou uns anos, desde que continues a ser simpática e agradável, ou eu não encontre outra melhor, ou não fiques feia com a idade. Um "amo-te" que implica "só por algum tempo" não é um amor verdadeiro. É antes um "gosto de ti, agradas-me , sinto-me bem contigo, mas de modo algum estou disposto a entregar-me inteiramente, nem a entregar-te a minha vida".
(Mikel Santamaría Garai)

E no cinema temos um leque enorme de opções, das muitas comédias românticas onde o mocinho sai correndo para o aeroporto, dramas e contos de fadas. Mas aí já é outro post.


Que tal pedir a mão de sua amada
no meio de um cinema?




Por: Joy

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